domingo, 19 de outubro de 2008

Nessa fome que toma meus sentidos
Vou sobrevivendo a cada suspiro

Nessa sede que seca ânsias
Estou fadada a terras áridas

Essa fome que em distância consome
Marca o caminho sem deixar nome

Essa sede que em mim abriga
Reclama a água para ter Vida!

Assim... ainda sobrevivo a cada dia

Sem seu alimento que fortaleça
Sem seu líquido que abasteça

Assim... estou morrendo a míngua

Nessa espera que rouba a esperança
Nesse Amor que nos faz criança!
Tatiana Moreira
© Todos os direitos reservados

3 comentários:

Anjo De Cor disse...

;)beijinhos

em azul disse...

Porque sentimos doçura em todos os amores?

Um beijo
em azul

Elcio Tuiribepi disse...

Caramba...já tem outro post...rss..então comento no outro...